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quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Expressionismo Abstrato de Pollock. Um dos maiores pintores modernos.

"Paul Jackson Pollock, nasceu em 28 de janeiro de 1912 em Cody, no estado de  Wyoming. Começou seus estudos em Los Angeles, e depois mudou-se para New York. 
A trajetória de vida de Pollock é marcada por constantes rompantes de fúrias e autodestruição, devido ao alcoolismo e depressão.

Crescido num lar de instabilidade emocioal, e de dificuldades financeiras, seu pai abandona a família quando ele tinha 9 anos, e sua mãe pouco o apoia. De grande sensibilidade e repleto de medos constantes, e baixa auto-estima, entrega-se ao alcoolismo já na adolescência, agravando os problemas psicológicos.

Até 1941 trata-se com dois psicanalistas junguianos, que usam suas pinturas nas sessões de terapia. A partir de 1943 torna-se um dos iniciadores do movimento expressionista abstrato, com seu estilo caracterizado por grandes pinceladas aleatórias. São dessa época as obras The Totem, Lesson I e The Blue Unconscious



Em 1945, Pollock casou-se com a pintora Lee Krasner, que se tornaria uma importante influência em sua carreira e em seu legado.

Após 1947, inova utilizando tintas de alumínio e esmalte comercial em seus quadros. Em 1951 e 1952 pinta quase que exclusivamente em branco e preto, como se vê em Echo (1952) e Number Seven (1952).



Desenvolveu uma técnica de pintura, criada por Max Ernest, o 'dripping' (gotejamento), na qual respingava a tinta sobre suas imensas telas; os pingos escorriam formando traços harmoniosos e pareciam entrelaçar-se na superfície da tela. 

Pollock foi muito importante para o 'dripping'; o quadro "UM" é um exemplo dessa técnica. Pintava com a tela colocada no chão para sentir-se dentro do quadro. Pollock parte do zero, do pingo de tinta que deixa cair na tela elabora uma obra de arte. Além de deixar de lado o cavalete, Pollock também não usa mais pincéis.

 

A arte de Pollock combina a simplicidade com a pintura pura e suas obras de maiores dimensões possuem características monumentais. Com Pollock, há o auge da pintura de ação (action painting). A tensão ético-religiosa por ele vivida o impele aos pintores da Revolução Mexicana. Sua esfera da arte é o inconsciente: seus signos são um prolongamento do seu interior. Apesar de ter seu trabalho reconhecido e com exposições por vários países do mundo, Pollock nunca saiu dos Estados Unidos. Morreu em um acidente de carro em 11 de agosto de 1956."

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